A maior descoberta dos últimos tempos para jovens basquetebolistas que querem mudar hábitos alimentares!

Você já tentou mudar hábitos alimentares e não conseguiu?

Nesse conteúdo de hoje, você vai descobrir que quando o assunto é nutrição, normalmente os basquetebolistas mais iniciantes se assustam com imensa informação espalhada por aí em blogs, livros, revistas, etc.

No entanto apesar da imensa informação que existe espalhada por aí, os desportistas nem sempre estão conseguindo atingir os seus resultados. Apesar de saberem exactamente o que devem fazer e como, na hora de tomarem decisões saudáveis, que certamente iriam melhorar a sua performance, desistem.

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Uma coisa quero que saiba, nem tudo vai ser perfeito e todos nós cometemos pequenos pecados a nível da alimentação. No entanto o importante é que na maior parte do tempo você tenha uma relação saudável com a sua alimentação e compaixão por algum desleixo.

Se algumas pessoas conseguem fazer, você também conseguirá!

A grande dica de hoje passa por você conhecer mais sobre nutrição e como tomamos as nossas decisões nutricionais.

A grande revolução! Venha comigo que eu irei explicar…

Já conheceu alguém que tomou a decisão sábia de deixar de comer determinados alimentos, mas na hora de agir acaba por cedendo. Sei que na hora isso é a melhor das sensações que se pode ter, mas depois vem uma frustração clara que não sabemos como lidar com ela.

É sobre esses mesmo hábitos e decisões meias escondidas que eu hoje vos venho falar.

Passei por imensas dietas, fiz de tudo o que podia, mas no final sentia-me exausto, sem energia e extremamente frustrado. Consultei inúmeros profissionais de saúde, mas nenhum me conseguiu ajudar a resolver a minha questão de peso a mais de vez.

Comprei inúmeros produtos, passei fome, e parece que nada me resolvia a questão.

Até que…isso mesmo houve uma solução. Mas calma, primeiro tenho de explicar uma coisa!

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Hoje não irei dar nenhuma receita, nem nenhum detox ou nenhum remédio milagroso (pois isso não existe).

O que está por detrás dos nossos comportamentos e afecta os nossos hábitos nutricionais

Aquilo que vou falar é da origem dos nossos comportamentos. Os nossos comportamentos estão directamente relacionados com os nossos estados emocionais, que por sua vez também depende directamente dos nossos pensamentos e até da nossa fisiologia.

Já ouviu falar de “fome emocional”? Pois na verdade aquilo que no meu entender significa é descobrir quais os estados emocionais que estão presentes na hora de nos comportamos de determinada forma, comendo aquilo que não devemos.

Por isso é que não basta ter uma checklist de receitas ou alimentos que devemos comer. A questão mais importante é de como nos estamos a sentir e de que forma isso afeta os nossos resultados através das decisões que tomamos em relação aos nossos comportamentos.

Se você está a lidar com um desafio deste tipo, a minha grande recomendação é que consulte um coach nutricional e assim dessa forma aprenda como rever a origem dos seus comportamentos e a partir daí fazer as alterações de forma mais correcta. Uma das dicas que muitos profissionais dão aos seus clientes, é que aprendam a gerir as suas emoções através de um processo de auto-conhecimento para mudar a suas vidas de vez, e para isso recomendam um site bastante famoso chamado http://cursosdedesenvolvimentopessoal.com/.

De facto, este pode ser um verdadeiro paradigma e desafio para alguns profissionais que trabalham com áreas nutricionais.

Espero que tenha ajudado! E para finalizar deixo um vídeo com o titulo  “What is a Health Coach? | Integrative Nutrition”:



Os motivos pelos quais as mães não devem ignorar o seu desenvolvimento pessoal, para aprender a cuidar dos filhos

Se alguma mãe já conseguiu o que você deseja, você só deve seguir os passos daquele mãe e acreditar que irá ter os mesmos resultados.

Vezes sem conta vejo mães agarradas a modelos tradicionais de educação aos filhos! Entram em estratégias de superioridade, impõe regras sem consultar as opiniões dos filhos, de forma muito inconsciente subornam os filhos, e sempre com a melhor das intenções.

Uma coisa que quero que saiba é que você tem a melhor das intenções como mãe. Não quero que pense que tudo o que faz está mal.

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Aquilo que quero recomendar são algumas forma diferentes de atuar e deixar de lado algumas crenças e convicções que vêm de gerações passadas.

Afinal a questão de hoje prende-se com a parentalidade consciente e é disso que vamos falar e de que forma os pais podem fazê-lo de uma forma mais ecológica.

Porque o facto de querermos que os nossos filhos sejam perfeitos pode estar a prejudicá-los

A forma como não aceitamos aquilo que os nossos filhos fazem, verifica-se em várias situações. Imaginem por exemplo quando eles choram, quando nos são desobedientes, quando ficam hiperativos e nós queremos descansar, as birras quando vamos às compras, enfim.

Quem nunca assistiu na própria pele a alguma destas situações com os filhos?

E onde é que entra a aceitação.

Pois bem temos de partir de uma ponto bastante interessante. O ponto em que eu todos manifestamos no mesmo momento necessidades diferentes. Já imaginou queremos fazer a mesma coisa que os nossos filhos? É óbvio que isso não gera conflito, mas imagine quando as duas pessoas querem fazer coisas diferentes…

Pois bem é aqui que as coisas se (des)complicam..mas vimos investigar melhor.

Tanto eu, como você e os nossos filhos produzimos determinados comportamentos, a fim de satisfazer determinadas necessidades. E que no caso que estamos a tratar hoje elas podem ser diferentes.

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É aqui que começa a aceitação! Ter em mente que a criança ou os pais têm uma necessidade para satisfazer determinada necessidade, e que para alguma das partes pode não estar a ser ecológico continuar com o comportamento presente. Ter presente que é uma necessidade que precisa ser satisfeita é o primeiro passo.

Outra das coisas que normalmente acontece é a questão da superioridade que manifestamos perante os nossos filhos.

Quero alertar que esta é normalmente uma forma muito simples de provocar afastamento em relação aos nossos filhos e deixar de acompanhar o seu crescimento em relação a algumas áreas específicas.

Uma das prioridades dos pais, deve ser promover um vínculo forte com os seus filhos e para que isso acontece, temos de valorizar e tentar compreender as necessidades dos nossos filhos. Desta forma se não está o vínculo necessário, nenhuma das recomendações surtirá efeito.

Uma das dicas que costumo dar a muitos pais é a noção de IGUAL VALOR. Deixe-me explicar melhor…

Ter uma perspectiva de igual valor e achar que você e os seus filhos estão em pé de igualdade, em vários campos. Nomeadamente nas decisões de hora de estudo, alimentação em casa, local de férias. Isto é um comportamento que promove à criança uma certa autonomia e confiança.

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Não quero dizer com isto que você deve concordar com tudo o que o seu filho faz e que não deve impor regras. É óbvio que deve impor! Mas lembre-se de colocar alguns limites, com o foco na relação entre ambos, mostrando os benefícios e malefícios de determinado comportamento e deixando que haja um envolvimento dos filhos nas decisões.

Acredito por isso que promovemos comportamentos mais conscientes e autónomos e que certamente serão transportados para outros contextos.

Acredito que mudar a relação com os filhos pode ser uma forma de mudar a forma como também se relaciona consigo próprio, e aumentar a tomada de consciência do seu comportamento. Para isso sugiro continuar a investir no seu desenvolvimento pessoal e decidir fazer um curso de parentalidade consciência e aprender como mudar de vida radicalmente em pouco tempo. Acredito que pode ser um desafio interessante.

Como poder melhorar a sua prática desportiva no basquetebol e ainda fazer uma mudança radical na sua vida.

Você sabia que existem coisas que se aplicadas na sua vida com a devida intenção, pode ser uma mais valia brutal na sua vida.

Se você está a lidar com uma série de situações menos satisfatórias na sua vida, devo dizer que existem algumas estratégias que podem auxiliar na forma como lida com o processo de aprendizagem.

Como diz um grande especialista na área do comportamento humano, normalmente o problema nunca está no obstáculo, o problema encontra-se na forma como nós estamos a encarar o problema e dessa forma, nós próprios temos forma de alterar a forma como nos relacionamos com os acontecimentos, situações, imprevistos.

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Acrescento ainda que muitas das situações da nossa vida que à primeira vista parecem verdadeiros terremotos, na sua essência carrega uma aprendizagem poderosos e bastante útil para o nosso sistema. Pelo que quando observados de uma determinada forma tendem a trazer aprendizagens poderosas.

Assim sendo, aquilo que iremos tentar demonstrar no nosso artigo é que somos um sistema limitado e não temos controlo sobre todas as situações que acontecem no mundo exterior, no entanto temos controlo na forma como o nosso sistema reage a essas mesma situações.

E assim iremos falar de algumas mudanças internas ou recursos que, por si só quando activadas, tendem a produzir alterações drásticas na sua vida e contextos onde se encontra inserido, desde trabalho, amigos, relacionamento amoroso, relação com filhos, família, entre outros.

A questão então é como posso mudar a minha vida, através de pequenas mudanças internas!

Será assim tão fácil como parece? Antes de partir para os recursos que tendem a melhorar a tomada de consciência acerca da nossa vida, e dos obstáculos que surgem na nossa vida, deixe-me esclarecer alguns pormenores.

Não quero que acredito em facilitismos e pensamento positivo eterno. Calma! Não é nada disso que quero falar.

Fique sabendo que por vezes, ficar triste, desiludido ou lidar com outras emoções ditas menos boas, podem ser verdadeiras pedras preciosas na sua vida. E a forma como lida com essas mesma situações, vão criar um determinado impacto na sua vida.

A minha opinião é que ter um pensamento positivo sempre e não lidar com os problemas que nos aparecem podem trazer ainda mais problemas, e levar a pessoa a viver uma ilusão que pode ser bastante perigosa.

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Mas acho que já percebeu…vamos agora falar de um recurso que ajudará a ter uma visão diferente da sua vida.

Ora então!

Qual é o recurso que traz um impacto positivo a nossa vida.

O recurso que temos vindo a falar é a abertura juntamente com a gratidão. Já vou explicar. Um dos curso que me ensinou como mudar de vida radicalmente foi o curso de heartfulness (semelhante ao mindfulness) da Mikaela Oven.

Inclusive tem um livro brutal e que recomendo vivamente. Mas em vez de lhe falar do livro, deixe-me mostrar como os dois princípios que retirei do livro podem impactar a sua vida.

Sempre que parto de uma situação de abertura em relação aquilo que me acontece na vida, preparo o meu sistema para agradecer (mesmo que exista dor) o acontecimento, e dessa forma ficamos focados em observar exactamente o sucedido, e quais as aprendizagens que isso nos pode trazer.

Repare que desta forma o nosso sistema, tende a deixar de lado a lamúria, queixa e birra. Acabamos por aceitar de uma forma mais tranquila a situação (apesar de podermos não concordar com ela), e assim podermos lidar de uma forma mais alinhada com ela e descobrir como vamos lidar no futuro com a situação.

Melhor do que ver em teoria e aplicar na prática. Fica o desafio. Espero que tenha gostado. Fica aqui um vídeo de mindfulness: “Mindfulness with Jon Kabat-Zinn”

 

Os maiores mitos para perder pesos para os jogadores de Basquetebol

Será que deve estar atento aquilo que ouço nos jornais e revistas acerca do mito perder peso?

Sendo basquetebolista amador desde os 9 anos, sempre senti muito medo em vir a engordar e depois não conseguir estar ao meu melhor nível para jogar!

Se você também está ou já passou por esta necessidade para emagrecer eu entendo você.

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Hoje quero compartilhar com você como algumas situações só pioraram ainda mais o meu peso. Por isso fique atento dois mitos que são divulgados por aí. Fique atento e leia até ao fim.

Se eu tivesse este conhecimento antes não teria perdido tempo e energia para tentar recuperar o meu peso. Se é basquetebolista e quer melhorar a sua condição, fique comigo.

Aqui vão os dois mitos…

Mito número 1: Correr na passadeira irá ajudar a perder peso

Passei horas e horas na passadeira e nem por isso consegui mudar a minha vida no que toca ao peso. Por causa disso sentia-me bastante frustrado em com vontade de desistir porque não obtinha resultados.

Se você que aprender como mudar de vida em relação à sua saúde e peso, esqueça de vez a passadeira. Mudar implica que você comece por mudar as suas convicções e aprendizagens. Antes de partir para o terreno prepara-se e procure conhecimento certo. Na hora de implementar as mudanças sugeridas você também necessita de ter a mentalidade certa não se esqueça! Por vezes mudar a vida pode ser bem mais simples do que pensamos, por isso sugiro um modelo simples que me ajudou imenso neste link aqui.

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De forma muito rápida quero que saiba que a ciência já demonstrou que esse tipo de exercício só prejudica a sua saúde e ainda por cima diminui o seu metabolismo.

O tipo de exercício que a ciência recomenda é exercício de alta intensidade intercalado com baixa.

Mito número dois: deve comer de três em três horas

Comer de três em três horas, nunca me pareceu um bom método para seguir a sua própria alimentação e atingir os seus objectivos. E se estamos aqui para mudar a sua mentalidade é muito importante que  continue a ler para não cair novamente e se desiludir.

Num dos cursos que fiz recentemente de um dos maiores especialistas da área de desenvolvimento pessoal e nutrição foi bastante falado esse tema.

Se quer estar no seu máximo de potencial para chegar aonde quer tem que se alimentar correctamente e para isso tem de deixar de lado este mito.

Chega…deixe-me explicar melhor por favor.

Lembra-se como os nossos antepassados se alimentavam? Eles tinham períodos de privação alimentar…

Aquilo que os estudos mais recentes dizem é que comer de três em três horas, como muitos profissionais ainda recomendam, leva a que maiores níveis de açucares no sangue

Cada vez que ingere alimentos os níveis de açucares aumentam e maior insulina necessita de ser injectada na corrente sanguínea. Este mecanismo vai interferir e bloquear até os mecanismos naturais de queima calórica.

Se quiser pesquisar melhor, e conhecer pormenorizadamente vá até ao google e procure por “comer de três em três horas funciona?”.

Vai ver que esse mito irá desaparecer de vez.

Para concluir queria dar-lhe os parabéns e dizer que você deve aplicar na sua vida prática estes dois mitos. Portanto o que eu sugeria é que continue à procura de conhecimento para aprofundar esta temática tão importante para a performance física, mental e desportiva.

A importância de ter um coach no desporto de alta competição!

Como um coach pode ajudar desportistas de alta competição?

Sendo eu um desportista de basquetebol amador durante muitos anos e agora treinador de basquetebol, sempre me fascinou o treino mental que muitos atletas faziam, fora do treino propriamente dito.

Durante anos senti na pele o como o meu estado de espírito e motivação influenciava o meu desempenho desportivo e como nem sempre o cesto estava lá para mim.

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Por essa razão e depois de ter abandonado a prática desportiva e me ter dedicado à formação em treinador de basquetebol, fui me especializando em áreas do alto desempenho.

Confesso que é uma área muito abrangente e ampla e com muita informação em conflito. Muitas teorias, muitos livros, muitos cursos que faz qualquer um perder a direcção!

A maior questão a ter em conta quando se trabalha como coach individual na alta competição

Acompanhar um atleta é muito mais além do que o treino propriamente dito. Ser coach de um atleta exige uma ligação e empatia muito forte. Em primeira análise exige paciência e compreensão tanto por parte do atleta como do coach.

Aquilo que acontece normalmente comigo, é que alguns atletas me procuram por algum problema específico, grande parte associado à quebra desportiva a nível do Basquetebol. Apesar de ter alguns atletas de outras modalidades.

 

É importante numa fase inicial, isolar bem qual é o problema que o atleta identificar e saber qual é o seu grande objectivo. Apesar da necessidade de sermos isentos na escolha do grande objectivo do atleta, temos de perceber de uma forma global como o atleta está a nível emocional, nas áreas mais importantes para ele.

Muitas vezes os atletas estão a passar por grandes desafios a nível pessoal e isso passa quase despercebido para a prática desportiva. Algo que relembro com frequência aos meus atletas é que o nosso corpo e mente são inseparáveis e sempre que lidamos com emoções ditas menos positivas, esse vai afectar.

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O grande segredo numa fase inicial é aceitar que estamos a lidar com esta situação e baixar o nível de desempenho (seja em que área for) é uma resposta normal do nosso organismo, e até um sinal de alerta para que estejamos atentos.

Ignorar a situações e emoções que aparentemente nos estão a atrapalhar não resolve a situação, bem pelo contrário, só piora. É como quando se atira pó para debaixo do tapete, não se vê, mas ele está lá.

Como desenhar um plano coerente e alinhado com as grandes necessidades do atleta

Apesar dos atletas nos procurarem por uma dor específica, e quererem muito rapidamente resolver a questão, alertamos sempre que essa pode ser a ponta do icebergue e que outras questões mais profundas podem ser a origem de algumas atitudes, comportamentos ou pensamentos.

Não estou a falar de questões simples, ok! Falo de questões mais profundas e que exige um maior acompanhamento.

Numa fase inicial sugiro que se faça um levantamento das emoções ou situações que mais o preocupam, quais são os seus maiores medos e inseguranças. Sem a preocupação de acertar ou errar, é um processo em que podemos voltar atrás quantas vezes forem necessárias.

Costumo contar a metáfora da panela de pressão que vai acumulando energia aos poucos e que chega a um dia e explode. O trabalho é ir aos poucos isolando situação por situação, através de várias estratégias e ferramentas de coaching, hipnose e PNL (Programação-Neuro-Linguistica). Normalmente vamos ajudando a pessoa tirar o pé do acelerador e começar a focar mais no momento presente.

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Focar no momento presente, e “livre” do peso de alguns pesos do passado ou de preocupações futuras, começamos a ver com mais clareza todas as dimensões da nossa vida.

Nesta fase, promovemos aquilo a que se chama de grandes intenções para a vida nas áreas mais importantes, e estabelecemos um plano exequível e adaptado ao atleta. E reparem que nem sequer interferimos de forma directa no treino ou situação de jogo.

Apesar de não interferirmos na situação de jogo ou treino, aquilo que os atletas referem é que se sentem mais motivados, mais concentrados e focados. Não sei explicar a ligação directa, mas explico dizendo que o atleta estando mais leve, consegue aceder de uma forma mais eficaz a todos os recursos e como tal, gerar resultados mais eficientes e começar a aprender como mudar de vida completamente a nível emocional, físico, mental e espiritual.

Normalmente os atletas que vêm com uma questão especificamente profissional, percebem que a nossa vida e interdependente de várias áreas da nossa vida e dos vários contextos que nos rodeiam. Aliás da forma como nós nos relacionamos com essas duas dimensões.

E perceber que o resultado no contexto desportivo é apenas o reflexo de algo que acontece na nossa mente, ajuda-os a questionarem a sua vida numa nova dimensão. Confesso que algumas situações podem à primeira vista ser dolorosas, outras nem tanto, mas perceber que todas elas são importantes para o nosso crescimento ajuda-nos a perceber melhor a nossa existência e o nosso caminho.

Ter uma noção mais elevada da sua missão de vida faz parte do trabalho de coach no alto desempenho

Por vezes acreditamos que a nossa actividade profissional (neste caso desportiva) e o nosso propósito, mas muitas vezes pouco elaborado. Acredito que ter metas e objectivos na vida é importante, mas eles devem estar alinhados com algo que acredito maior do que nós próprios. Acredito que trabalhar áreas que nos colocam em estado de fluir, coisas que faríamos sem que fossem pagos, merecem a nossa atenção e devem cada vez mais estar presentes na nossa vida. Não estou a dizer que existe só um propósito ou uma missão de vida. Acredito que num determinado momento exista um propósito e que ele de pode alterar, mas acho que primeiro temos de abrir algumas portas para que outras se possam mostrar. Confiar no processo é absolutamente importante.

Tudo isso vai ser incluído num plano com objectivos a curto, médio e longo prazo.

Não se fiquem pela simplicidade da questão, mas é a minha opinião breve sobre o meu trabalho a nível do alto desempenho no basquetebol.

Costumo deixar um vídeo para esclarecer melhor os meus atletas sobre o meu trabalho Basketball Motivation – You Don’t Live Forever: